quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Já sei quem é o homem

Aqui fica a intervenção completa do deputado Bruno Dias.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Pobre Terreiro do Paço

Esta barraca é de uma beleza desconcertante! Tapa a arcada toda? Paciência! O importante é que já não temos carros a passar por ali!


terça-feira, 4 de outubro de 2011

Gostava de andar de eléctrico

Assim mesmo, no pretérito imperfeito! Gostava, não no sentido de "gostaria", mas mesmo no sentido de "já não gosto"!
Gostava de andar de eléctrico quando a rede lisboeta destes veículos era parte integrante do sistema de transportes públicos da cidade. Quando havia muitos eléctricos a circular e de várias séries bem distintas entre si.
Tudo isso acabou.
Das poucas vezes que andei de eléctrico nos últimos tempos, fiquei com a sensação de que aquilo já não é uma parte integrante (e importante) da rede de transportes da cidade, mas apenas uma rede turística [já não tão] low-cost, com os veículos carregados essencialmente de turistas e carteiristas!
E por falar em veículos, não consigo gostar dos que circulam actualmente! Parece-me que só se podem conduzir com arranques repentino e forte acelerações que fazem com que a velhinha do primeiro banco acabe na plataforma da retaguarda! E as patinhagens que isso provoca... Aí nem se fala! Têm dúvidas? Vejam a quantidade de areia que está sobre os carris mesmo em zonas planas, como o terminal dos Prazeres!
As descidas íngremes deixaram de ter aquela sensação de aventura que havia nos antigos eléctricos, onde os guarda-freios paravam os carros no início das descidas (quando os paravam) para girarem a grande roda que accionava os calços ao carril. Agora limitam-se a meter com a mão esquerda pontos de frenagem no controller, enquanto com a direita dizem adeus a quem passa.
Não nego que para um guarda-freio (e guarda-freias) as descidas de agora sejam muito mais relaxantes e tranquilas que as de antigamente, mas a verdade é que perdeu-se muito com o fim daquele ritual de "pôr calço ao carril".
Acresce a tudo isto a dificuldade que um lisboeta tem actualmente em viajar de eléctrico na sua própria cidade. Apenas existem 5 carreiras em circulação! Dessas 5, uma funciona apenas de segunda a sexta até cerca das 20:00, uma segunda no mesmo período de tempo e ainda aos Sábados de manhã até cerca das 14:00. Restam as outras três, as que por razões geográficas pertencem à tal rede turística low-cost: o 12, o 15 e o 28!
Para se viajar em todas elas, principalmente nas duas últimas, é necessária uma grande dose de boa vontade e espírito de sacríficio, tal a quantidade de turistas (e carteiristas) que existem sempre nos seus terminais e noutras paragens importantes dos seus percursos!
É o problema de se terem tornado famosos e aparecerem em todos os cartazes turísticos da cidade.
Se eu gostaria de viajar de eléctrico? Sim, gostaria, mas nas condições de antigamente, numa rede que não seja para turista ver, com eléctricos modernos mascarados de antigos, sem carteiristas e turistas aos magotes e, principalmente, sem arranques bruscos a toda a hora e momento.

sábado, 24 de setembro de 2011

Dificuldade ortográfica

Confesso que só à terceira é que percebi o que queriam dizer com o que está na parte laranja do título!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Comecei a perceber o sistema judicial português

Li na imprensa de hoje que o caso Face Oculta já conta com 800 testemunhas!
Assim se percebe por que razão neste país tudo o que meta tribunais raramente chega ao fim em tempo útil!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Grandella

Nunca tinha reparado naquele pormenor, apenas um dia destes é que o descobri, talvez pela hora matinal a que o vi, com o Sol nascente a dar em cheio naquela parede amarelo-torrado, realçando o seu tom.
E confesso que não gostei nada de ter visto aquela parte dos Grandes Armazéns Grandella, com aquele arco despido e aqueles dois blocos quadradões a fazer de pano de fundo. É o que se chama de obra de fachada.