segunda-feira, 11 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Corredores bus
Mas "caganda" confusão (retirado daqui):
Faixas vão ter horários e bicicletas
Câmara de Lisboa vai reformular corredores “bus”
A Câmara Municipal de Lisboa (CML) vai proceder ao reordenamento e reformulação dos mais de 80 quilómetros de corredores “bus” existentes na cidade. Em declarações à Transportes em Revista, o vereador da Mobilidade da CML, Fernando Nunes da Silva, revelou que «vão existir três tipos de intervenções». A primeira é a introdução em algumas destas faixas do conceito “bike + bus”, isto é, para além dos autocarros e dos táxis, estes corredores serão também exclusivos para bicicletas. Segundo Nunes da Silva «o primeiro a ser testado vai ser o da Avenida Fontes Pereira de Melo».
Outra das medidas é a criação de corredores “bus” com horários, que funcionam em função da procura e das necessidades, um sistema que se encontra actualmente em funcionamento na cidade de Barcelona. Este tipo de corredores pode funcionar da seguinte forma: por exemplo, até às 10 horas funciona como corredor “bus” normal, até ao meio-dia servirá para cargas e descargas, das 12:00 às 14 horas novamente corredor “bus”, depois até às 17 horas como estacionamento, até 20 horas novamente corredor “bus” e à noite como estacionamento para residentes.
A terceira intervenção, revela Nunes da Silva, «passa por completar alguns dos corredores existentes na perspectiva da reestruturação da própria rede da Carris, desde que sejam complementares ao Metropolitano. Quer dizer que todas as ligações transversais entre linhas do Metro terão prioridade para receber corredores “bus”, isto é, se a própria Carris decidir fazer essa reformulação, porque se continuarem a apostar em corredores sobre o metropolitano esta medida deixa de fazer sentido. Portanto, vão desaparecer alguns e outros vão ser aumentados, sempre em função da frequência da Carris».
Outra das medidas é a criação de corredores “bus” com horários, que funcionam em função da procura e das necessidades, um sistema que se encontra actualmente em funcionamento na cidade de Barcelona. Este tipo de corredores pode funcionar da seguinte forma: por exemplo, até às 10 horas funciona como corredor “bus” normal, até ao meio-dia servirá para cargas e descargas, das 12:00 às 14 horas novamente corredor “bus”, depois até às 17 horas como estacionamento, até 20 horas novamente corredor “bus” e à noite como estacionamento para residentes.
A terceira intervenção, revela Nunes da Silva, «passa por completar alguns dos corredores existentes na perspectiva da reestruturação da própria rede da Carris, desde que sejam complementares ao Metropolitano. Quer dizer que todas as ligações transversais entre linhas do Metro terão prioridade para receber corredores “bus”, isto é, se a própria Carris decidir fazer essa reformulação, porque se continuarem a apostar em corredores sobre o metropolitano esta medida deixa de fazer sentido. Portanto, vão desaparecer alguns e outros vão ser aumentados, sempre em função da frequência da Carris».
Já agora, aproveitem e acabem com as faixas bus nos sítios onde elas não fazem falta (basicamente onde os autocarros nem sequer as usam por não serem práticas).
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grunhice
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Fever
Peggy Lee na voz e nos estalos de dedos, Max Bennett no baixo e Jack Sperling na bateria tocada com as mãos nas peles, ou como bastam três instrumentos para fazer um grande clássico.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Melhoria de vida com a Carris - Opus 400
Greve nos comboios, mudança de agulha para os autocarros da Carris.
A caminho da paragem, azar dos azares, vejo que acabou de sair de lá um 742! Resta esperar por outro.
O primeiro autocarro a chegar foi um 759. Que pena, se fosse há 3 semanas apanharia este e depois nos Restauradores passaria para o 702, o qual agora só vai até ao Marquês, não descendo a Avenida. Assim tenho que ficar à espera de outro, porque não me apetece andar a saltitar de autocarro para autocarro.
Chega o segundo. Um 718. Bolas! Até ao ano passado este até me servia, mas agora, ao ficar na Alameda, não me serve de muito (ou melhor, mesmo de nada).
Finalmente chega o terceiro, aquele que eu realmente preciso, um 742 que me deixa em Campolide.
Ao entrar no 742 lembrei-me do inquérito da Carris actualmente em curso na internet, onde uma das questões é mesmo "Se houver problemas, tenho facilidade em encontrar um percurso alternativo".
São estas as melhorias de serviço que melhoram a vida de quem viaja na Carris.
quarta-feira, 23 de março de 2011
sábado, 19 de março de 2011
Contraponto
Edíficio do Xenon, em contraponto com o do Palladium, vísivel à esquerda da foto. E também em contraponto com o Palácio Foz, logo ali ao lado, já nos Restauradores, ou com o edifício do Hotel Internacional, ou com tantos, tantos, tantos outros. E tudo isto por ser, muito simplesmente, um dos piores edíficios não só da Baixa de Lisboa, mas de toda a cidade!
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quarta-feira, 16 de março de 2011
E se mais poste houvera, mais placas lá colocara
Alguém não poder virar é que é a excepção.
(o meu humilde agradecimento a Luís Vaz de Camões pela inspiração para o título de tão modesta obra)
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