segunda-feira, 4 de abril de 2011

Fever

Peggy Lee na voz e nos estalos de dedos, Max Bennett no baixo e Jack Sperling na bateria tocada com as mãos nas peles, ou como bastam três instrumentos para fazer um grande clássico.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Melhoria de vida com a Carris - Opus 400

Greve nos comboios, mudança de agulha para os autocarros da Carris.
A caminho da paragem, azar dos azares, vejo que acabou de sair de lá um 742! Resta esperar por outro.
O primeiro autocarro a chegar foi um 759. Que pena, se fosse há 3 semanas apanharia este e depois nos Restauradores passaria para o 702, o qual agora só vai até ao Marquês, não descendo a Avenida. Assim tenho que ficar à espera de outro, porque não me apetece andar a saltitar de autocarro para autocarro.
Chega o segundo. Um 718. Bolas! Até ao ano passado este até me servia, mas agora, ao ficar na Alameda, não me serve de muito (ou melhor, mesmo de nada).
Finalmente chega o terceiro, aquele que eu realmente preciso, um 742 que me deixa em Campolide.
Ao entrar no 742 lembrei-me do inquérito da Carris actualmente em curso na internet, onde uma das questões é mesmo "Se houver problemas, tenho facilidade em encontrar um percurso alternativo".
São estas as melhorias de serviço que melhoram a vida de quem viaja na Carris.

quarta-feira, 23 de março de 2011

sábado, 19 de março de 2011

Contraponto

Edíficio do Xenon, em contraponto com o do Palladium, vísivel à esquerda da foto. E também em contraponto com  o Palácio Foz, logo ali ao lado, já nos Restauradores, ou com o edifício do Hotel Internacional, ou com tantos, tantos, tantos outros. E tudo isto por ser, muito simplesmente, um dos piores edíficios não só da Baixa de Lisboa, mas de toda a cidade!

quarta-feira, 16 de março de 2011

E se mais poste houvera, mais placas lá colocara

Alguém não poder virar é que é a excepção.

(o meu humilde agradecimento a Luís Vaz de Camões pela inspiração para o título de tão modesta obra)

terça-feira, 15 de março de 2011

Pode-se passar?

Todos os dias na Rua do Beato acontece isto!
O dono daquele estabelecimento (A Gruta do Beato) insiste que precisa de uma mesa no meio da rua e precisamente naquele sítio.
Para os peões sobra aquilo que se vê: um espaço minúsculo entre o sinal e a mesa (que mede sensivelmente metade da largura da mesa) e outro espaço, ainda mais estreito que o primeiro, entre o sinal e o lancil!

sábado, 12 de março de 2011

Emprego e ordenado certos

Oiço constantemente em todo o lado que o emprego para toda a vida ou o ordenado certinho ao fim do mês são coisas do passado e que temos que nos habituar e aceitar isso.
Mas já que temos que aceitar tal coisa assim, sem "estrebuchar", por que motivo os que nos dizem tal coisa também não explicam porque acabaram o emprego e o ordenado certos e qual a razão (ou razões) para que isso não possa existir e o que perde (ou perdia) a sociedade com a existência da segurança no trabalho?