Edíficio do Xenon, em contraponto com o do Palladium, vísivel à esquerda da foto. E também em contraponto com o Palácio Foz, logo ali ao lado, já nos Restauradores, ou com o edifício do Hotel Internacional, ou com tantos, tantos, tantos outros. E tudo isto por ser, muito simplesmente, um dos piores edíficios não só da Baixa de Lisboa, mas de toda a cidade!
sábado, 19 de março de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
E se mais poste houvera, mais placas lá colocara
Alguém não poder virar é que é a excepção.
(o meu humilde agradecimento a Luís Vaz de Camões pela inspiração para o título de tão modesta obra)
terça-feira, 15 de março de 2011
Pode-se passar?
Todos os dias na Rua do Beato acontece isto!
O dono daquele estabelecimento (A Gruta do Beato) insiste que precisa de uma mesa no meio da rua e precisamente naquele sítio.
Para os peões sobra aquilo que se vê: um espaço minúsculo entre o sinal e a mesa (que mede sensivelmente metade da largura da mesa) e outro espaço, ainda mais estreito que o primeiro, entre o sinal e o lancil!
sábado, 12 de março de 2011
Emprego e ordenado certos
Oiço constantemente em todo o lado que o emprego para toda a vida ou o ordenado certinho ao fim do mês são coisas do passado e que temos que nos habituar e aceitar isso.
Mas já que temos que aceitar tal coisa assim, sem "estrebuchar", por que motivo os que nos dizem tal coisa também não explicam porque acabaram o emprego e o ordenado certos e qual a razão (ou razões) para que isso não possa existir e o que perde (ou perdia) a sociedade com a existência da segurança no trabalho?
quinta-feira, 10 de março de 2011
Humildade à moda da Carris
Tenho estado a seguir com bastante gozo uma discussão que se gerou na página que a Carris tem no Facebook sobre as últimas alterações à rede da Carris sem a correspondente actualização da informação disponibilizada no site da empresa.
Como entretanto a discussão esmoreceu um pouco, dediquei-me a vasculhar o resto da página. Reparei, sem grande surpresa, que sempre que alguém critica ou simplesmente faz uma sugestão (algumas até bastante válidas), aparecem logo respostas de outros utilizadores que me parecem ser funcionários da empresa, a julgar pela leitura dessas respostas, as quais são sempre num tom depreciativo, mesmo quando a questão inicial é colocada de forma educada.
Desde frases como "este pensa que sabe tudo", a "oh nome de alguém, não conheces um administrador para contratarem o senhor nome de quem fez a sugestão para gerir a Carris?", vê-se um pouco de tudo.
Mas este tipo de atitude não é exclusivo de alguns funcionários. O pior de tudo é que a própria Carris trata também assim os clientes, quando se trata de responder a sugestões ou até simples alertas de coisas que precisam ser corrigidas, nem que seja uma simples placa de paragem que tenha ficado com um erro na numeração das carreiras.
Também trabalho numa empresa de transportes e sei que muitas vezes o que chega à "caixa de sugestões" (e de queixas) não se aproveita, quer pelos termos com que são colocadas as coisas, quer pelas ideias em si, mas no meio de todo esse "joio" há sempre alguns "grãos" que se forem bem tratados poderão germinar.
Mas para que isso aconteça é condição obrigatória que não se tratem os clientes que se dão ao trabalho de alertar e de sugerir com a arrogância e a prepotência que têm pautado a conduta da Carris nestes últimos anos no que diz respeito à sua relação com os clientes.
E desta forma todos perdemos, mas quem mais perde é a própria empresa, agora e no futuro.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Idiotice do ano
Uma empresa que faz um anúncio destes só pode ter em muito má conta a sua clientela!
sexta-feira, 4 de março de 2011
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