sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Acabou, já não há mais

Acabou o Contra!
Dizem os senhores responsáveis da RTP que tudo tem um príncipio e um fim e por isso o Contra acabou!
Se calhar, se se tivesse mantido a receita original, com o Contra colado ao Telejornal, o fim não teria chegado tão cedo. Se calhar!
E ainda mais se calhar, talvez o Contra ainda existisse se, para além de o terem tirado de junto do Telejornal, não lhe tivessem dado um horário aleatório, que dependia dos jogos de futebol, dos concursos do Malato e das farras Catarina-Furtadocêntricas.
Espero que este fim tenha sido apenas um intervalo e que o espectáculo continue dentro de momentos, mesmo que seja noutra tenda!

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O Cavalo de Tróia

Primeiro espreitou para dentro da loja, muito a medo. Depois de alguma hesitação acabou por entrar e sair logo de fugida.
Quando passei pela porta daquele mini-mercado lá estava a marca do crime: um monte de Dicas da Semana em cima da prateleira da caixa que tinha ficado, temporariamente, sem guarda!

sábado, 4 de dezembro de 2010

Electro-saudosismo

Vá-se lá saber porquê, mas esta noite sonhei que ainda podia sair de e voltar a Xabregas de eléctrico. 
E soube-me tão bem voltar a passar pela Bica do Sapato num atrelado do 16, descer a Afonso III a bordo do 27 e subir a Almirante Reis até aos Anjos no 3!
Saudades de um tempo em que não me custava tanto usar os serviços da Carris.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

A discussão

O nível da vozearia foi aumentando, até atingir o limite do suportável para quem, na sala ao lado, procurava trabalhar descansadamente.
E tudo isto porque ou era ou deixou de ser fora-de-jogo!
A única coisa que me veio ao pensamento foi que enquanto estes, que aqui discutem, têm ataques cardíacos e AVC's, os outros, os protagonistas, estarão à mesma hora descansadamente a saborear os (muitos) euros que ganha(ra)m por realizarem uma tarefa de tão grande importância social: criarem ou descriarem foras-de-jogo!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

O Grande Barreto

Ia eu a descer a Rua Augusta quando dou de caras com o meu amigo Barreto, de quem não sabia há muito tempo. E como temos muitos gostos em comum, a conversa foi desfilando entre a nossa Lisboa, os eléctricos, os autocarros e o site e o blog da história da Carris do Luís Cruz-Filipe. Ao fim de meia hora lá tivemos que nos despedir e seguir cada um o seu caminho. Só quando o 782 estava a chegar a Xabregas  é que reparei que tinha ficado com os pés completamente gelados, mas o que é que isso importa quando se reencontram os amigos?

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

domingo, 21 de novembro de 2010

Sobre a utilidade de alguns serviços

Garanto-vos que a única coisa que fiz quando digitalizei esta carta foi tapar a morada que lá constava.