quinta-feira, 2 de setembro de 2010

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O Lioz dos Pobres

Na Rua D. Pedro V, no seu número 34, encontramos esta preciosidade/curiosidade: um prédio em muito maus estado, como muitos outros, forrado com estes azulejos de gosto duvidoso. O que são todos aqueles rabiscos? Nada mais, nada menos que uma tentativa bastante ingénua de imitar a pedra de lioz e os seus fósseis.
(Informação ganha no Sábado passado durante a actividade Fósseis ao Virar da Esquina, do programa Ciência Viva no Verão, realizada pelo Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa).

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Incêndios florestais

A imagem que anexo foi retirada do site da FAO, que possui uma ferramenta gráfica para se "visualizar" os incêndios dos últimos dias (no caso escolhi o valor já marcado de 48 horas). Cada ponto vermelho é um incêndio.
A dúvida com que fiquei ao ver este mapa foi em saber se em Espanha não há nada para arder ou se o tempo por lá esteve mais ameno que cá.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Protecção de Dados

A Comissão Nacional para Protecção de Dados (CNPD) anda numa fona para que a empresa Google não faça mais fotos das ruas nacionais, porque, dizem, aparecem as lusas caras de todos os que se passeiam, provavelmente, em sítios, horas ou com companhias onde, quando e com quem não eram susposto estar.
Ao mesmo tempo continuamos a ver a nossa privacidade invadida com telefonemas a qualquer hora do dia, feitos por empresas com as quais nunca tivemos contacto, mas que mesmo assim conseguem saber os nossos números de telefone, nome e hábitos.
Viva a CNPD!
(Em jeito de oferta grátis, típica desses tais telefonemas, fica uma foto comigo, acompanhado do meu pai, e que foi retirada, precisamente, do street view da Google. Continuo vivo e de boa saúde, apesar de tudo).

sábado, 31 de julho de 2010

A semana que passou

Foi uma semana atípica.
Houve dias de demasiado calor, principalmente para quem 25ºC já são demais.
Em Lisboa começa-se a sentir o cheiro de Agosto, principalmente pela redução de passageiros nos comboios à hora de ponta, mas, ainda mais notória, pela redução de horário da Carris.

Também se houve falar muito da Carris, mas pelas alterações da nova fase da Rede 7, implementadas há pouco mais de um mês. Ninguém ficou satisfeito! E é curioso ver/ouvir agora pessoas que me criticavam por eu criticar a empresa mais a sua redefinição de rede virem agora fazer o mesmo. Para esses novos críticos a diferença entre o "antes" e o "depois" é meramente geográfica: não andavam por zonas que já tivessem sido afectadas pela Rede 7. Agora já percebem por que reclamei (ainda reclamo?) eu tanto.

Outra grande medida de gestão veio do grupo Jerónimo Martins, que resolveu acabar com a marca "Feira Nova" e concentrar tudo na marca "Pingo Doce". Até aqui tudo bem, tanto se me dá que se chame "Manel" ou "Jaquim". O problema está no resto: agora vai-se aos antigos "Feira Nova" e é um desconsolo, principalmente na parte dos frescos. E o resultado já se nota, como o supermercado cheio, mas com quase ninguém a comprar nada de hortaliças ou frutas. Simplesmente não há ali nada que apeteça comprar! Felizmente que nessa parte dos frescos o Lidl marca pontos!
Pingo Doce, eu é que não volto lá! (para ser lido cantando a canção do anúncio do Pingo Doce)

Mas a semana fica mesmo marcada pela morte do António Feio. Foi com ele (e o José Pedro Gomes e outros da mesma geração) que eu comecei a ir ao teatro e a gostar de ir ao teatro. Antes ia ao teatro quando me obrigavam a ir na escola e geralmente saía de lá sem perceber patavina do que tinha visto ("mas a peça era sobre o quê?", perguntava eu aos meus colegas). Com as peças encenadas pelo António Feio nada disso acontecia. Aquilo que estava naquele palco eram "fotos" do que se passava na rua, no dia-a-dia. Eram pessoas normais, não eram metáforas ou símbolos, como sempre acontece no teatro dito sério. Ainda há muitos da mesma "escola" dele, mas como ele... Tenho medo de passar a ir menos ao teatro a partir de agora.
Que pena e que vazio!

terça-feira, 27 de julho de 2010

"Bom" tempo

Mas porque é que todos os anos por esta altura eu tenho que ouvir daqueles que passam o Inverno a lamentar-se que "o Verão e o calor nunca mais chegam" coisas como "que calor, não gosto nada deste tempo"?
Sejam coerentes, senhores!