sábado, 26 de dezembro de 2009

Feriados

Desde ontem que tenho ouvido na TV e na Rádio (e hoje nos jornais) que temos feriados a mais (história recorrente) e que fazemos muitas pontes e que tudo isso é mau numa altura de crise como a actual.
Questões:
  1. Se os feriados são maus para a economia nacional, porque os trabalhadores deixam de trabalhar, então por que raio nos últimos tempos só se houve falar de lay offs?
  2. O facto de os trabalhadores fazerem pontes afecta as empresas de que modo? Eu já fiz ponte muitas vezes, mas sempre usando o direito de gozar dias de férias. Significa isto que ao não ir trabalhar naquele dia específico passei a ir noutro dia qualquer do ano, no qual eu poderia ter metido o tal dia de férias. Afinal, qual é o problema?
São os dirigentes empresariais que temos! Infelizmente.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Outra vez o mesmo conto de Natal

Há cerca de um ano escrevi sobre a iluminação urbana da zona onde moro e das suas particularidades nesta altura do ano. Como estou preguiçoso, limito-me a dizer que este ano não há luzes de Natal na Rua de Xabregas, mas o resto está como eu descrevi no dia 18 de Dezembro de 2008.
Feliz Natal para todos!

domingo, 20 de dezembro de 2009

sábado, 19 de dezembro de 2009

Eco-baralhado

Li agora no DN algumas sugestões da Quercus para um Natal mais "verde". Fiquei foi baralhado por uma delas, que consiste em usar como árvore de Natal uma árvore natural envasada.
Há uns anos (quase) toda a gente mudou para as artificiais pela mesma razão que agora se pede para se usarem árvores naturais envasadas: ter um ambiente mais saudável.
Presumo que as árvores sejam envasadas para que possam ser plantadas depois do dia 6 de Janeiro o que, a meu ver, tornará a coisa ainda mais "verde", principalmente quando todos aderirmos a esta nova eco-modalidade e no dia 7 de Janeiro de cada ano formos entupir as estradas de Monsanto (ou similares) para plantar as árvores! Sim, porque dúvido que alguém vá com árvore a pé, de transportes públicos ou de bicicleta!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Cagaço

A terra tremeu, assim como a minha cama e eu acordei. Ainda tive tempo de ouvir um "ronco" ténue vindo não se sabe de onde e o barulho do móvel a estremecer. Depois tive dificuldade em voltar a dormir. Aproveitei para ouvir as notícias na rádio às 2:00, 20 minutos depois.
Hoje ao serão, ao arrumar algumas coisas bati no tal móvel, que estremeceu com o impacto. Nem imaginam o arrepio que me passou pela espinha ao ouvir aquele som! :(

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Previsão meteorológica

Estava hoje de manhã cedo a tomar o pequeno-almoço enquanto ouvia o noticiário da TSF. Chegado ao fim e depois de terem estado algum tempo a falar da bola, a emissão muda para o locutor de serviço que informa que "em Berlim estão dois graus negativos", seguindo-se a mesma informação para Lisboa, Porto e Faro. Berlim!? Só depois é que associei aquela informação ao que tinham estado a dizer antes, sobre a bola, altura em que eu não liguei muito ou mesmo nada ao que ouvia.
Nos 20/25 minutos de caminho até ao comboio, e enquanto me tentava abrigar do vento cortante que me batia na cara, fiquei a pensar naquela informação e, principalmente, na forma como a mesma é transmitida. E comecei a pensar que já há muitos anos, desde o aparecimento das TVs privadas e das suas "boas abertas", que em Portugal não se tem informação meteorológica de qualidade, salvo durante a manhã e ao fim da tarde na RTP1. Nas rádios passa-se o mesmo. Por exemplo, na TSF a informação meteorológica é dada, geralmente, a grande velocidade e ainda com uma músiquinha de fundo que não serve para nada a não ser dispersar a atenção do ouvinte (porque será que não usam o mesmo sistema quando falam de futebol?).
Felizmente para mim que existe a internet onde através do INM fico a saber sempre qual a previsão do tempo para os próximos dias e, se o quiser, o porquê do tempo ir estar assim ou assado. E quem diz a informação sobre as previsões do tempo, diz sobre tudo o resto. Na internet posso ter acesso às notícias que realmente interessam filtrando toda a papagueada futebolística, a relevante notícia sobre o maior mastro de bandeira do Mundo ou a pertinente novela do padre que fugiu com a paroquiana (refiro-me à paroquiana boazona, não é à velha que se senta todos os Domingos na primeira fila do lado esquerdo).
Assim vai o Mundo da informação.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Há dias em que ficamos lamechas


Hoje resolvi suportar o trabalho ouvindo Xutos. Não peguei nos últimos discos, mas sim no (já?) velhinho "88". Costumo ouvi-lo apenas escutando-o e saboreando-o, mas hoje, vá-se lá saber porquê, vieram-me ao de cima todas as recordações que aquele som me traz, daquele período da vida em que as preocupações ainda não existem, mas nós nem nos apercebemos disso.
Pena o tempo (e principalmente nós) não poder voltar para trás!