sexta-feira, 10 de julho de 2009

O regresso da casa arrumada!

Quando na quarta-feira passada reparei que o cartaz do Costa já não estava na Rua Bispo de Cochim em Xabregas, pensei logo, na minha ingenuidade, que ele o tinha mandado retirar por o ter achado de muito mau gosto e um verdadeiro atestado de estupidez ao eleitorado lisboeta.
Puro engano. Afinal apenas mudou de esquina. Antes estava junto à estação de serviço da BP na Infante D. Henrique (virado de frente para quem teve a infelicidade de vir da Baixa e daquele caótico sistema de circulação), agora atravessou a rua e está junto à Rua de Xabregas, de frente para quem segue para a Rua da Madre Deus, encostadinho ao muro que delimita os terrenos da Refer.
A vantagem desta nova localização é que agora não tenho que ver aquela ... porcaria sempre que venho da Baixa.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

A quem competirá?

Esta é uma dúvida que eu tenho sempre que viajo na Carris e assisto a certas coisas: a quem competirá zelar para que tal não aconteça?
Ontem, na paragem do 759 (where else?) no Rossio entrou uma mulher com aspecto de depender de certas e determinadas substâncias que além de não ter validado ou pago qualquer tipo de transporte (nem sequer esboçou o gesto de fingir que o pretendia fazer) ainda ia a fumar alegre e despreocupadamente. Como só entraram 3 pessoas (a contar com ela), o motorista daquele autocarro não pode alegar que não viu, pois não houve confusão para tal.
Será que é da competência dos outros passageiros zelar pelo cumprimento da lei? Assim não dá!

Piquena
nota final: quando a tal mulher apagou o cigarro, reparei que no chão havia mais beatas, sinal que já antes alguém havia fumado dentro daquele autocarro. Outros passageiros, o próprio motorista quando parou no terminal?

terça-feira, 7 de julho de 2009

Os meus módulos

Iniciei hoje a publicação de um novo blog, desta vez dedicado exclusivamente ao modelismo ferroviário, actividade que muito me fascina e apaixona.
Espero que alguns dos que visitam esta Casa do Iberista dêem uma vista de olhos no principal canto dessa casa e, quem sabe, não ficam cativados por esta enorme paixão.
A sala da maquete onde estão os meus módulos fica já ao virar da esquina (do corredor).

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Como deixar de ser "tuga"

  1. Arranja-se maneira de se mamar uns quantos de milhões ao Estado (uma casa em Belgais serve para o efeito)
  2. Faz-se uma birra porque o Estado não faz o que lhe compete (por exemplo, fecha a teta de onde saíam todos aqueles milhões)
  3. Arma-se em virgem ofendida (serve armar-se em artista incompreendido)
  4. Ameaça-se renunciar à cidadania portuguesa (arranjando antes dupla nacionalidade de outro país qualquer - convém que tenha boas tetas dos milhões)

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Casa arrumada?

Depois de uma má experiência na natação com umas barbatanas que comprei há dias, de uma viagem no 759 com um monte de burgessos chelenses aos berros numa ânsia desmedida para que alguém lhes desse a atenção que não tiveram na infância e de uma autêntica prova de slalom feita pelo autocarro para sair da zona da Baixa, só me faltava mesmo ter que ficar 2 minutos parado num semáforo a ver um cartaz com a cara do Costa sorridente a dizer "Casa arrumada".
Só me gozam!

Adenda no dia 6 de Julho
Hoje fiz as pazes com as barbatanas (menos com a que ficou no pé direito) e os burgessos chelenses devem ter ficado na jaula. Continuei a ter que andar aos ziguezagues dentro de um autocarro para sair da Baixa e a ver a mesma cara sorridente do Costa a dizer "Casa arrumada". O pior é não haver alternativa a esse Costa sorridente.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Querem ver que...?

Nos últimos dias tenho voltado a casa de autocarro. Vou de comboio até ao Rossio e daí sigo a pé até à Rua da Alfândega onde apanho o primeiro autocarro que aparece com passagem/paragem em Xabregas. E não é que tenho reparado que demoro pouco tempo desde que saio do emprego até fechar a porta de casa?
Internem-me rapidamente, mas parece que estou a (re)começar a não me importar de andar de autocarro.
'ca nojo!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

As traduções das TVs

As traduções em televisão nunca foram famosas, mas ultimamente têm raiado a imbecilidade, principalmente nos canais por cabo. Se antes havia os clássicos "actualmente" para actually e "realizei" para to realize, agora há toda uma miríade de novos "desenvolvimentos" nesta área, a fazer lembrar aqueles livros brasileiros traduzidos de outras línguas.
  • Num programa sobre investigações policiais: criminal detectives - detectives criminosos;
  • Num programa sobre comboios: fireman - bombeiro (o correcto seria fogueiro);
  • No mesmo programa: engineer - engenheiro (o correcto seria maquinista);
  • Ainda no mesmo programa: track - pista (mas seria alguma corrida?);
  • Noutro programa sobre comboios, referindo-se às locomotivas que executam as manobras no Canal do Panamá: portside - lado do porto (curiosamente a locomotiva do outro lado do canal, a do starboard não estava no bordo das estrelas, mas sim a estibordo);
  • Em vários programas sobre geologia ou astronomia trocam, sistematicamente, as unidades, principalmente de tempo, passando, como vi num destes dias, um período de 200 milhões de anos (na versão inglesa) para uns meros 200 mil anos (na versão portuguesa), já para não falar na sempre confusa transição dos biliões americanos para os milhares de milhão europeus.
Se quiserem completar a lista... be my guests ou traduzindo usando esta "escola", estar os meus hóspedes.