terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Pachorra #1.1

Depois de feito o pedido de cancelamento do serviço Sapo, passei a receber propostas a torto e a direito para me manter "fiel ao meu dono". Desde a passagem para um tarifário inferior, sem qualquer custo para mim, até a novas vantagens por já ser cliente há mais de 5 anos, passando ainda por poder passar o meu serviço para um amigo - estas coisas não se fazem a amigos - sem que este precise de respeitar o período de fidelização, vale de tudo para me tentarem prender.

Claro que continuo a ver no modem o led que indica o estado da linha sempre a piscar, sinal de que a mesma está com falha de comunicação e isto com uma frequência tal que, se não fosse já ter passado para a netcabo, neste momento não teria acesso à internet!

Assim vão longe.

domingo, 27 de janeiro de 2008

Pachorra #2

Hoje resolvi dar uma vista de olhos ao Mercardo da Ribeira e ao seu mercado das colecções. Nunca mais!

Não há transportes ao Domingo de manhã e ir de carro também é proíbido porque alguém se lembrou que o Terreiro do Paço não é sítio para ter carros e, pelo que vi, pessoas.

Assim, o Terreiro do Paço Domingueiro é uma área enorme esturricada ao Sol, sem qualquer tipo de atractivos, sendo que a maior parte do (pouco) movimento situa-se sob as arcadas do lado norte (onde nunca passam carros!) onde algumas bancas de coleccionismo, artesanato - devem ser os que durante a semana estão na Rua Augusta - e livros-mono enchem o passeio. Salva-se também a paragem do 15 para Belém, onde proliferam os turistas e os carteiristas, tal como nos outros dias da semana.

E para isto põem-se na rua não sei quantos polícias espalhados desde o Campo das Cebolas ao C.Sodré e cruzamento da R. Ouro com a R. S. Julião para desviarem o trânsito para ruas que não estão preparadas para tal, quer pelo traçado, quer pela sinalização semafórica existente. Hilariante é a volta que os autocarros que seguem da Baixa para os lados de Santa Apolónia têm que dar: chegando ao largo em frente à Casa dos Bicos, viram para a Infante D. Henrique no arruamento que nos dias "normais" tem o trânsito no sentido contrário. Para isso os autocarros têm que esperar que passem todos os carros que vêm do lado do Campo das Cebolas, pois, para curvarem, têm que ir para a outra faixa, ocupando assim a rua toda!

Que palhaçada!

Pachorra #1

Há uns dias reparei que o meu acesso à Internet estava com uma velocidade mais baixa do que era costume a qual, já de si, sempre foi muito abaixo da indicada no "até" do fornecedor. A resposta obtida foi a mesma das outras 2 vezes em que reclamei: "faça uma porrada de testes para ver o que se passa com a sua linha"!

Ora, pagando eu um x por mês para ter o serviço perto do prometido, não deveriam ser eles a fazer os testes? Testes que, ainda por cima, implicam arrastar móveis para chegar à tomada para poder desligar o telefone e mais não sei o quê. Porque partem sempre do príncipio que o mal está no cliente e não neles? Eu não mexi em nada para ter uma velocidade mais baixa!

Confesso que ainda não lhes respondi, mas provavelmente a resposta que lhes vou dar é NÃO faço nada do que me pedem. Já é a 3ª queixa pelo mesmo problema, das outras vezes fiz tudo o que me pediram e não resolveram o problema, por isso agora digo NÃO.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Adeus a um amigo

Soube há uma hora da morte de um amigo de longa data.

Sei que todos morremos, mas nunca esperamos que se morra aos 35 anos de ataque cardíaco. Esperamos sempre chegar aos 70, 75... Fica-se com uma sensação de vulnerabilidade, de sermos pequenos...

Fica a lembrança de quando o conheci, já lá vão 20 anos, numa altura da vida em que somos os maiores, nada nos acontece e nunca iremos envelhecer. Fica a lembrança daquele dia de Janeiro de 1990 em que fomos à Cç do Cascão dar o nome para a tropa, tarde inesquecível que terminou no já extinto C.C. do Pingo Doce de Alcântara a comer crepes com gelado e chocolate quente.

Entristece ainda mais quando nestas horas já de si tristes se descobrem os falsos amigos, que são incapazes de fazer a última coisa que se pode fazer por um amigo, que é dar a triste notícia aos demais. Fica a sensação de não-despedida a um amigo que partiu.

Quanto a ti, ficarás sempre na minha lista de amigos do coração e também aqui no Hi5. Pode ser que eu esteja errado e que a gente um dia ainda se volte a encontrar.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Simplex

Preciso renovar o BI e como foi anunciado que os diversos impressos poderiam ser obtidos através de download na internet (deixando de ser preciso a sua compra) optei por essa solução.

Depois de uma pesquisa no Google achei a página pretendida (http://www.mj.gov.pt/sections/pessoas-e-bens/identificacao-e-registo/bilhete-de-identidade/renovacao-do-bilhete-de/), onde são indicados os impressos necessários para a renovação do BI (modelo 1 e 11 DRGN/DSIC), mas, para minha surpresa, apenas disponibilizam um deles. O outro terei que o comprar à mesma.

Será isto o grande Simplex que o nosso primeiro tanto apregoa? E se fossem todos bardamerda?

PS:
Tive resposta da reclamação apresentada sobre isto: "Relativamente à questão colocada informamos, os impressos relativos ao B.I. publicitados no Portal são exclusivamente para divulgação, tendo sua aquisição de ser efectuada nos serviços competentes habilitados para o efeito, mediante o pagamento das taxas devidas - exceptua-se as situações previstas na lei.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Quero o meu dinheiro de volta

A Autoridade da Concorrência (AdC) descobriu há uns tempos que as empresas da indústria de sal tinham-se organizado em cartel concertando os preços, o que causou prejuízos para os consumidores num valor estimado de 5,6 milhões de euros. E isto num período de 9 anos, entre 1997 e 2005. As empresas foram a tribunal e condenadas a pagar uma multa elevada por causa disso.

E assim ficamos a saber que andamos a ser prejudicados pela indústria salineira, coisa que não acontece, por exemplo, na banca, onde as taxas de juro dos empréstimos sobem, mas as dos depósitos ficam na mesma, ou na indústria petrolífera, onde os preços dos combustíveis sobem no dia a seguir (quando não é no próprio dia) ao preço do petróleo subir, mas quando este desce os combustíveis já não o fazem.

Da minha parte, e enquanto não sou explorado pela banca ou pelas petrolíferas, vou ver se consigo recuperar os 56 cêntimos que estatisticamente me roubaram por ter andado aqueles 9 anos a temperar as saladas e a sopa com sal!

domingo, 16 de setembro de 2007

É sempre a brincar

Neste país do faz-de-conta até as leis são alteradas para dar cobertura aos criminosos. E ainda há quem se orgulhe de ser de cá. Bem-haja a todos eles pela paciência demonstrada.