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sábado, 29 de março de 2014

Porcalhão

Foto obtida na Rua da Manutenção, Lisboa, cerca das 11:00 do dia 29 de Março de 2014.

O Opel Corsa não tem nada a ver com o assunto (estava apenas ali estacionado).

E, antes que me acusem, sei que estou a infringir a lei ao publicar a matrícula da carrinha e a cara do porcalhão desta maneira (como informático de profissão tenho que me reger, entre outras, pela lei da protecção de dados).

terça-feira, 10 de setembro de 2013

CML - Câmara Municipal de Lerdos (Parte II)

Como prometido ontem, aqui fica uma foto das tais árvores. O facto de se saber que a sua plantação "decorre no âmbito da [tal] empreitada" facilita imenso a vida de quem tem que sair ali! E para que isto que se vê na foto não aconteça, os motoristas têm duas opções:
  1. parar antes da paragem (no caso de autocarros articulados, como o da imagem, isso significa, quase de certeza, que a porta da parte trás irá ficar com a outra árvore à frente)
  2. parar a seguir à paragem (ou seja, com a porta de entrada já depois do abrigo)


E se quisermos "dourar mais a pílula", este autocarro está preparado para o transporte de cadeiras de rodas, cujo o acesso é feito... isso mesmo, adivinharam, por esta porta!

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

CML - Câmara Municipal de Lerdos (Parte I)

Durante as últimas semanas, o pessoal da zona Oriental de Lisboa tem sido brindado com umas interessantes obras na Avenida Infante D. Henrique entre Santa Apolónia e o Poço do Bispo, com as quais se vai construir (mais) uma ciclovia, coisa que implicará o fim de cerca de 4 Kms de faixa BUS!
Aparentemente e segundo a CML a mesma não fará grande falta, como pude constatar da leitura do interessante texto que o meu amigo Luís Cruz-Filipe publicou há dias no seu blog.
A obra consiste, para além da eliminação da tal faixa BUS, na colocação de uns tubos de cor vermelha, bastante "invisíveis" à noite e plantação de árvores junto à antiga marcação que separava a defunta faixa BUS da faixa imediatamente à sua esquerda e da deslocação das paragens de autocarro e cosntrução do respectivo passeio para junto da faixa de rodagem que actualmente fica mais à direita.
Ora, na paragem denominada de XABREGAS/R. MANUTENÇÃO, alguém da obra ou da CML resolveu colocar duas árvores no novo passeio, imediatamente antes da paragem e... (suspense) mesmo no local onde "caem" as portas de saída dos autocarros! Agora os passageiros que queiram sair naquela paragem têm sempre direito a contacto directo com a natureza, quer seja na forma de tronco de árvore, quer seja na forma de terra (ainda) solta da caldeira da árvore - e quando chover, será na forma de lamaçal!
Escrevi para a CML a reportar o problema, através do site "Na minha rua", sobre o qual até já teci elogios, mas dos quais agora me arrependo. É que a resposta que me chegou foi esta (abre em grande)...
O título deste post tem um "Parte I" por duas razões:
  1. Tenciono fotografar a paragem e as árvores com um autocarro lá parado;
  2. Abri nova ocorrência no tal site, referindo-me a esta agora fechada e quase mandando os senhores da CML a tal parte!

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Ficou bonito

Digam-me lá se não acham o mesmo. A zona do Sul e Sueste não está bonita?

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Definição de noticiário televisivo (na década de 10 do século XXI)

Espaço da programação televisiva onde comentadores e analistas políticos dissecam durante duas horas a intervenção de 30 segundos feita por um qualquer político onde o mesmo afirma que "não é este o local nem o momento para falarmos desse assunto"!

domingo, 21 de julho de 2013

Reformas da organização territorial

Recebi há dias uma carta da Direcção Geral de Administração Interna (mas já escrita naquela coisa a que agora se chama português). Abri-a para ver de que se tratava.
Não era mais que um novo "cartão" - força de expressão, pois mais não é que um pequeno rectângulo de papel - de eleitor, com uma arengada de 3/4 de página A4 a explicar que por causa da nova organização administrativa teve que se alterar também o recenseamento eleitoral. De acordo ainda com o texto, houve a preocupação de não alterar os antigos números de eleitor tendo-se optado por acrescentar uma letra que antedece o tal número. Segue-se mais uma quantidade de texto a informar que continuarei a votar no mesmo local e mais umas quantas de coisas.
A seguir vem o tal rectângulozinho que é agora o dito cartão de eleitor.
Ponho-me a olhar para aquilo e nada! Está igual ao que era, incluindo o número que manteve quer o caracter inicial quer a parte numérica exactamente iguais!
Ao fim de um bocado lá percebi o que tinha mudado: apesar da minha freguesia continuar a existir, alguém achou por bem alterar-lhe o nome, passando de um "Santa Maria dos Olivais" para um mais curtinho "Olivais"!
O que se ganha com tal medida e quanto é isto custa a todos é que é para mim um mistério!

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Quanto nos custará?

Quanto custará ao erário público as obras de "faz-e-desfaz" que se vêem por todo o lado?
Há uns dias falei aqui da parvoíce que a CMLisboa tinha feito nos Restauradores e do perigo a que os automobilistas ficavam sujeitos por causa daquela estupidez.
Hoje voltei a passar por lá e já houve mudanças: apareceu mais uma faixa BUS, a mesma que antes servia para seguir em frente, e o trânsito em geral já só pode seguir em frente e apenas pela faixa da esquerda, a tal que alguém achou que ficaria bem para inverter a marcha!
Ficam as imagens e a dúvida sobre se quem planeia, quem executa e quem controla o que se faz terá alguma noção da realidade!



segunda-feira, 20 de maio de 2013

Trânsito em Lisboa ou Viagem a um universo paralelo

A CMLisboa resolveu dar uma prenda a todos os automobilistas que desçam a Avenida da Liberdade e prossigam pelos Restauradores: uma das faixas passa, subitamente, a ser para virar à esquerda!
Dito assim, parece que nada está mal ou, na pior das hipóteses, aquele "subitamente" mostra que a situação pode estar mal assinalada.
Na verdade está mal assinalada e sinalizada!
É que quem tenha a infelicidade de seguir naquela faixa da esquerda depara-se, de repente e sem que nada o faça prever, com duas setas a indicar que tem que virar à esquerda e com um traço contínuo que o impede de sair dali!
Mas como se isto não bastasse, o semáforo que se situa no fim daquela faixa continua a ostentar um sinal de sentido obrigatório... em frente, sem contar com as setas desenhadas nos focos desse mesmo semáforo!
Perante tal incoerência de sinalização, o que faz um automobilista?
Pode sempre meter-se na faixa imediatamente à direita aproveitando os traços descontínuos que reaparecem no meio do cruzamento, mas tal manobra será sempre uma manobra "à má fila" e com risco de provocar um acidente!
Também pode virar à esquerda, como ordena a sinalização horizontal, mas nesse caso entrará em contradição com a sinalização vertical... E em casos destes, qual é a que prevalece?
E mesmo que a sinalização vertical não-luminosa já estivesse de acordo com a horizontal, continua a haver outro erro tremendo da parte de quem fez esta enorme asneira: os automobilistas que virem à esquerda naquele local e com o semáforo verde, irão encontrar outros que vêm do Rossio... com o semáforo igualmente aberto! Se pelo código da estrada quem se apresenta pela direita tem prioridade, tal regra desaparece quando se passa por um semáforo verde.
O resultado é, no mínimo, curioso: um cruzamento onde os carros podem bater porque avançaram todos com o verde!

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Sempre a subir

Para perceberem a piada:
  1. Tudo começou aqui;
  2. De seguida passou por esta;
  3. E finalmente, já este ano, verifiquei esta terceira.

sábado, 6 de abril de 2013

Sem comentários

Há festa no palácio!
Leia-se, há um evento no Palácio do Marquês de Olhão, na Rua de Xabregas.
De manhã já parte dessa rua estava com fitas, cones de sinalização e polícias a barrar o estacionamento.
Da parte da tarde a área alargou-se, passando também para boa parte da Rua da Manutenção e para todo o terreno existente entre essa artéria e a Avenida Infante Dom Henrique.
Extremamente zelosos, os polícias que ali se encontram fazem sinal a todos os convidados no tal evento para que este estacionem no tal terreno. Quanto aos moradores da zona, esses são zelosamente convidados a não passar! Pena que estes polícias (que até são municipais) não tenham tanto zelo quando se trata de fiscalizar quem ali vai despejar entulho!
E assim está Xabregas hoje. Com os senhores convidados do evento a poderem encher todas as ruas com os seus automóveis e os moradores da zona convidados a irem dar uma volta ao bilhar grande se quiserem ir jantar a casa.
Qualquer diferença entre este país de ... e qualquer país africano esbate-se apenas no clima (meteorológico).
Ficam as imagens...


O terreno entre a Rua da Manutenção e a Avenida Infante Dom Henrique com a frota automóvel dos convivas (o autocarro não é desta "guerra"). Na Rua da Manutenção as fitas e os polícias em trabalho de "manutenção" das mesmas. Os carros dos moradores ainda tiveram que servir de suporte para as fitas.

Esta fita estava teimosamente mais curta que o espaço!


Pormenor da frota automóvel

Como a distância a percorrer pelos convivas é enorme (para cima de 200 e para baixo de 300... metros), havia dois mini-autocarros e uma carrinha para os transportar até ao local do evento.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Questão de prioridades?

Estava eu a ouvir o rádio-despertador quando me deparei com esta interessantíssima e banal conversa, que quaisquer duas pessoas normais têm a qualquer hora...
1 Minuto pela Terra de 05 Abr 2013 - RTP Play - RTP

E para que pudessem pôr tal coisa no ar, tiveram que interromper ao fim de alguns segundos esta belíssima versão da Canção de Engate de António Variações, interpretada por Tiago Bettencourt.


Se eu fosse radialista não teria feito tal escolha...

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Jornalismo da Escola Lusitana

Quando está frio, os jornalistas lusitanos correm para Trás-os-Montes onde perguntam aos velhotes:
- Aguenta este frio?
Eles respondem que já estão habituados.

Quando está calor, os jornalistas lusitanos correm para o Alentejo onde perguntam aos velhotes:
- Aguenta este calor?
Eles respondem que já estão habituados.


Agora que há inundações, os jornalistas lusitanos correm para Reguengo do Alviela onde perguntam aos velhotes:
- Está preocupado com esta inundação?
A resposta é a do costume.


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Desacordo

Ouvi hoje na rádio que o acordo ortográfico (AO daqui para a frente) não está a trazer às editoras qualquer aumento de proveitos, tendo, ao contrário do esperado (por quem?), obrigado a um acréscimo de custos.
E a seguir surgiu um senhor responsável de uma editora portuguesa (que eu não digo qual é apenas porque me esqueci) a explicar as razões disso acontecer:
  1. As vendas para o Brasil não aumentaram (que espanto, acrescento eu);
  2. Os livros feitos para os mercados angolano e moçambicano ainda têm que seguir a ortografia que eu também uso;
  3. Os livros feitos para Portugal têm que seguir o AO, excepto se os autores referirem expressamente que pretendem continuar a seguir a ortografia que eu também uso.
Ora, tendo todos os outros países mandado o tal AO às malvas, para que insistimos em usá-lo?

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Dúvida do dia

Se um militar da GNR provoca tanto alvoroço por pontapear um só porco, o que é que aconteceria se alguém resolvesse acabar com a vara que nos governa?

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Notícias da Ópera Buffa

Alguém sugeriu, propôs ou vai mesmo ser feito um sorteio, ficando habilitados a ganhar o prémio todo e qualquer cidadão que apresente as facturas das compras feitas em restaurantes, cabeleireiros, oficinas e já não me lembro mais no quê.
Os trabalhadores das empresas de transportes públicos deixaram de poder usufruir gratuitamente dos serviços para os quais contribuem com o seu trabalho, tendo agora que pagar o bilhete por inteiro (ao contrário de algumas excepções, nomeadamente as do costume que nem sequer trabalham no sector).
Em Lisboa as obras começam e nunca acabam, tal como o stock de pilaretes.
Os governantes e os seus sabujos andam muito satisfeitos porque Portugal voltou aos mercados, o que em termos práticos significa que estatisticamente cada português deve agora mais dinheiro a esses tais mercados.
O maior partido da oposição já está a esfolar o seu chefe, ainda antes deste ter perdido o que quer que seja e mesmo assim continuam a dizer que são a única alternativa para o país.
E isto tudo sem ler jornais ou ver ou ouvir noticiários televisivos ou radiofónicos!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

O pagamento do frete

Quando um destes dias resolvi ver neste blog o que tinha escrito no ano que agora terminou, deparei-me com esta, da qual nunca me esqueci e até me levou a escrever um novo post passados uns dias. Por curiosidade fui ao site do DN à procura das novas "obras" do "jornalista" que escreveu a tal "notícia". Não encontrei o nome dele na ficha técnica e "notícias" escritas (ou assinadas) por ele só as havia até Abril do ano passado.
Fui à procura do nome no Google e encontrei-o! No último ano a vida correu bem ao antigo "jornalista" do DN!
Agora é vogal do Instituto Camões!
Claro que qualquer relação entre o novo cargo e os fretes que andou a fazer no DN é mera coincidência!

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Dúvidas de um contribuinte

O governo (?) português anda a preparar uma grande revolução/renovação/re-qualquer coisa na estrutura do estado. Para isso conta com o auxílio de técnicos do FMI, aquela organização que não foi capaz de prever que as medidas que, em conjunto com o BCE e CE, impôs a países como o nosso e a Grécia iam provocar o que estão a provocar.
Pergunta: se para fazer uma reforma do sector público o governo (?) português recorre a técnicos do FMI, para que servem os muitos "especialistas" nacionais que este governo contratou?

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Guetos de Lisboa

Na década de 1980 e início da seguinte, toda a zona a que actualmente se dá o nome de Chelas era considerada como um gueto dentro de Lisboa, tal era a falta de ligações entre aquela enorme zona e o resto da cidade.
Basicamente podia-se entrar e sair de Chelas (refiro-me à parte nova, não à antiga junto ao Convento de Chelas) através da Avenida Dr. Augusto Castro, da qual saiam algumas radiais de acesso aos bairros que a circundavam e do lado do rio até à Avenida Infante D. Henrique (criando-se assim um outro acesso). Esta avenida terminava em antigas azinhagas através das quais se acedia a outras zonas de Chelas, entre as quais a famosa J. Seguindo esse trajecto através da Zona J, o caminho bifurcava-se, podendo-se aceder, mais uma vez através de azinhagas, a outras duas ligações de Chelas ao resto da cidade, uma através do Vale Fundão e da ligação deste ao troço da Av. Infante D. Henrique que na altura terminava junto à estação de Braço de Prata, e a segunda através de mais azinhagas em direcção ao Bairro da Madre de Deus e daí até Xabregas, caminho que tinha um estrangulamento sobre a linha de cintura, já a chegar ao referido bairro, e por onde apenas passava um carro de cada vez (incrivelmente, esta azinhaga foi substituída no ano passado por um novo arruamento que tem o mesmo problema: largura insuficiente para o cruzamento de dois veículos).
Os transportes públicos da zona reflectiam este estado de coisas, com as carreiras de autocarros a usarem todas as quatro formas de chegar e sair de Chelas, com mais ou menos variantes dentro da zona em questão.
Para inverter este estado de coisas (e a partir de meados da década de 1990, com o impulso criado pela necessidade de criar acessos à zona oriental/Expo '98) a Câmara Municipal de Lisboa viu-se forçada a pôr em marcha alguns dos muitos projectos que vegetavam no papel há décadas. O resultado é que no final da década de 1990 e depois de muitos milhões gastos, Chelas (nova) ficou como uma das zonas  com mais e melhores acessos de toda a cidade, tendo ganho várias ligações directas ao lado ocidental (Olaias, Av. EUA e Av. D. Rodrigo da Cunha), uma ligação directa entre a Av. Marechal Gomes da Costa e a zona antiga de Chelas/Xabregas e beneficiando ainda da conclusão da Av. Infante D. Henrique. Todas estas inaugurações tiveram igualmente reflexo na rede de transportes da zona, passando a haver mais ligações/opções por autocarro que antes, facto ainda reforçado com a inauguração da primeira linha de metro construída de raíz depois da inauguração deste meio de transporte.
Depois desta introdução histórico-urbanística lanço uma questão: tendo a Câmara Municipal de Lisboa gasto milhões em abrir acessibilidades em Chelas para acabar com o gueto (era a palavra que se usava oficiosamente na altura), por que motivo gasta actualmente tantos milhões em obras para fazer exactamente o contrário na zona histórica da cidade?

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Cenas do quotidiano lisboeta II

Conversa escutada no café do bairro...

- Agora a igreja daqui está com muito menos gente porque agora elas [As pessoas? As senhoras?] vão todas à igreja de blablabla porque parece que há lá um padre novo!

É esta a fé do povo.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Praça das Flores

Um grupo de cidadãos resolveu ocupar um espaço na Praça das Flores como forma de protesto contra a intenção da CMLisboa transformar aquele espaço em mais um lugar de estacionamento.
E que espaço era aquele que tanta contestação está a gerar? Pois, pelo que li no Público, e de acordo com a CMLisboa, aquele espaço era um antigo ecoponto.
E de facto, indo ao Google Earth o que se vê é de facto um ecoponto...
A questão que fica no meio desta história toda é: mas afinal o que é que os peões vão perder, numa praça que até tem bastante espaço pedonal?