Mostrar mensagens com a etiqueta Esta Lisboa que eu amo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Esta Lisboa que eu amo. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Tecnologia

Numa época onde se encontra facilmente e a preços relativamente baixos equipamentos de navegação por GPS, é estranho ver os homens do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa a procurarem o destino ou o caminho até lá num vulgaríssimo Guia da Cidade de Lisboa em papel.
Como contribuinte não me importava nada que se comprassem GPS's para os carros do RSB de Lisboa.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

CML - Câmara Municipal de Lerdos (Parte II)

Como prometido ontem, aqui fica uma foto das tais árvores. O facto de se saber que a sua plantação "decorre no âmbito da [tal] empreitada" facilita imenso a vida de quem tem que sair ali! E para que isto que se vê na foto não aconteça, os motoristas têm duas opções:
  1. parar antes da paragem (no caso de autocarros articulados, como o da imagem, isso significa, quase de certeza, que a porta da parte trás irá ficar com a outra árvore à frente)
  2. parar a seguir à paragem (ou seja, com a porta de entrada já depois do abrigo)


E se quisermos "dourar mais a pílula", este autocarro está preparado para o transporte de cadeiras de rodas, cujo o acesso é feito... isso mesmo, adivinharam, por esta porta!

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

CML - Câmara Municipal de Lerdos (Parte I)

Durante as últimas semanas, o pessoal da zona Oriental de Lisboa tem sido brindado com umas interessantes obras na Avenida Infante D. Henrique entre Santa Apolónia e o Poço do Bispo, com as quais se vai construir (mais) uma ciclovia, coisa que implicará o fim de cerca de 4 Kms de faixa BUS!
Aparentemente e segundo a CML a mesma não fará grande falta, como pude constatar da leitura do interessante texto que o meu amigo Luís Cruz-Filipe publicou há dias no seu blog.
A obra consiste, para além da eliminação da tal faixa BUS, na colocação de uns tubos de cor vermelha, bastante "invisíveis" à noite e plantação de árvores junto à antiga marcação que separava a defunta faixa BUS da faixa imediatamente à sua esquerda e da deslocação das paragens de autocarro e cosntrução do respectivo passeio para junto da faixa de rodagem que actualmente fica mais à direita.
Ora, na paragem denominada de XABREGAS/R. MANUTENÇÃO, alguém da obra ou da CML resolveu colocar duas árvores no novo passeio, imediatamente antes da paragem e... (suspense) mesmo no local onde "caem" as portas de saída dos autocarros! Agora os passageiros que queiram sair naquela paragem têm sempre direito a contacto directo com a natureza, quer seja na forma de tronco de árvore, quer seja na forma de terra (ainda) solta da caldeira da árvore - e quando chover, será na forma de lamaçal!
Escrevi para a CML a reportar o problema, através do site "Na minha rua", sobre o qual até já teci elogios, mas dos quais agora me arrependo. É que a resposta que me chegou foi esta (abre em grande)...
O título deste post tem um "Parte I" por duas razões:
  1. Tenciono fotografar a paragem e as árvores com um autocarro lá parado;
  2. Abri nova ocorrência no tal site, referindo-me a esta agora fechada e quase mandando os senhores da CML a tal parte!

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Ficou bonito

Digam-me lá se não acham o mesmo. A zona do Sul e Sueste não está bonita?

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Quanto nos custará?

Quanto custará ao erário público as obras de "faz-e-desfaz" que se vêem por todo o lado?
Há uns dias falei aqui da parvoíce que a CMLisboa tinha feito nos Restauradores e do perigo a que os automobilistas ficavam sujeitos por causa daquela estupidez.
Hoje voltei a passar por lá e já houve mudanças: apareceu mais uma faixa BUS, a mesma que antes servia para seguir em frente, e o trânsito em geral já só pode seguir em frente e apenas pela faixa da esquerda, a tal que alguém achou que ficaria bem para inverter a marcha!
Ficam as imagens e a dúvida sobre se quem planeia, quem executa e quem controla o que se faz terá alguma noção da realidade!



segunda-feira, 20 de maio de 2013

Trânsito em Lisboa ou Viagem a um universo paralelo

A CMLisboa resolveu dar uma prenda a todos os automobilistas que desçam a Avenida da Liberdade e prossigam pelos Restauradores: uma das faixas passa, subitamente, a ser para virar à esquerda!
Dito assim, parece que nada está mal ou, na pior das hipóteses, aquele "subitamente" mostra que a situação pode estar mal assinalada.
Na verdade está mal assinalada e sinalizada!
É que quem tenha a infelicidade de seguir naquela faixa da esquerda depara-se, de repente e sem que nada o faça prever, com duas setas a indicar que tem que virar à esquerda e com um traço contínuo que o impede de sair dali!
Mas como se isto não bastasse, o semáforo que se situa no fim daquela faixa continua a ostentar um sinal de sentido obrigatório... em frente, sem contar com as setas desenhadas nos focos desse mesmo semáforo!
Perante tal incoerência de sinalização, o que faz um automobilista?
Pode sempre meter-se na faixa imediatamente à direita aproveitando os traços descontínuos que reaparecem no meio do cruzamento, mas tal manobra será sempre uma manobra "à má fila" e com risco de provocar um acidente!
Também pode virar à esquerda, como ordena a sinalização horizontal, mas nesse caso entrará em contradição com a sinalização vertical... E em casos destes, qual é a que prevalece?
E mesmo que a sinalização vertical não-luminosa já estivesse de acordo com a horizontal, continua a haver outro erro tremendo da parte de quem fez esta enorme asneira: os automobilistas que virem à esquerda naquele local e com o semáforo verde, irão encontrar outros que vêm do Rossio... com o semáforo igualmente aberto! Se pelo código da estrada quem se apresenta pela direita tem prioridade, tal regra desaparece quando se passa por um semáforo verde.
O resultado é, no mínimo, curioso: um cruzamento onde os carros podem bater porque avançaram todos com o verde!

terça-feira, 23 de abril de 2013

Mistério na Rua do Açúcar


Não se percebe o porquê de tal coisa.
Este prédio, que aqui mostro em foto do Google Maps de Maio de 2009, (...)
(...) ficou em risco de ruína durante mais de um ano, forçando a fechar aquele troço de passeio ao trânsito pedonal, como se vê neste segundo conjunto de fotos, já minhas e datadas de Janeiro deste ano (...)
(...) e finalmente, já na semana passada, tal como aqui disse, o prédio foi demolido. O que não se entende é porque motivo se demorou mais de um ano para se fazer aquilo que tinha de ser feito (demolir um edifício que já não tinha salvação possível) e agora se está há mais de uma semana à espera que se leve dali o entulho para que, finalmente, os peões possam voltar a passar por ali, situação bem visível nesta foto obtida hoje de manhã.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Rua do Açúcar esquina com a Rua Amigos de Lisboa

Foi esta semana abaixo, depois de cerca de um ano a ameaçar cair em cima de quem ali passasse e da Polícia Municipal ter vedado os passeios à volta dele...

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

As montras do Grandella

Há 24 anos, sensivelmente à hora a que publico este post, um autocarro de dois pisos da Carris parou no semáforo do cruzamento entre as ruas do Ouro e da Assunção. Do piso de cima daquele autocarro e enquanto aquele semáforo não abria, deixei-me ficar a olhar para os televisores que se encontravam nas montras que aparecem à direita da imagem.
Menos de 12 horas depois tudo tinha desaparecido em chamas e fumo...

Foto retirada do Street View do Google Maps.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Guetos de Lisboa

Na década de 1980 e início da seguinte, toda a zona a que actualmente se dá o nome de Chelas era considerada como um gueto dentro de Lisboa, tal era a falta de ligações entre aquela enorme zona e o resto da cidade.
Basicamente podia-se entrar e sair de Chelas (refiro-me à parte nova, não à antiga junto ao Convento de Chelas) através da Avenida Dr. Augusto Castro, da qual saiam algumas radiais de acesso aos bairros que a circundavam e do lado do rio até à Avenida Infante D. Henrique (criando-se assim um outro acesso). Esta avenida terminava em antigas azinhagas através das quais se acedia a outras zonas de Chelas, entre as quais a famosa J. Seguindo esse trajecto através da Zona J, o caminho bifurcava-se, podendo-se aceder, mais uma vez através de azinhagas, a outras duas ligações de Chelas ao resto da cidade, uma através do Vale Fundão e da ligação deste ao troço da Av. Infante D. Henrique que na altura terminava junto à estação de Braço de Prata, e a segunda através de mais azinhagas em direcção ao Bairro da Madre de Deus e daí até Xabregas, caminho que tinha um estrangulamento sobre a linha de cintura, já a chegar ao referido bairro, e por onde apenas passava um carro de cada vez (incrivelmente, esta azinhaga foi substituída no ano passado por um novo arruamento que tem o mesmo problema: largura insuficiente para o cruzamento de dois veículos).
Os transportes públicos da zona reflectiam este estado de coisas, com as carreiras de autocarros a usarem todas as quatro formas de chegar e sair de Chelas, com mais ou menos variantes dentro da zona em questão.
Para inverter este estado de coisas (e a partir de meados da década de 1990, com o impulso criado pela necessidade de criar acessos à zona oriental/Expo '98) a Câmara Municipal de Lisboa viu-se forçada a pôr em marcha alguns dos muitos projectos que vegetavam no papel há décadas. O resultado é que no final da década de 1990 e depois de muitos milhões gastos, Chelas (nova) ficou como uma das zonas  com mais e melhores acessos de toda a cidade, tendo ganho várias ligações directas ao lado ocidental (Olaias, Av. EUA e Av. D. Rodrigo da Cunha), uma ligação directa entre a Av. Marechal Gomes da Costa e a zona antiga de Chelas/Xabregas e beneficiando ainda da conclusão da Av. Infante D. Henrique. Todas estas inaugurações tiveram igualmente reflexo na rede de transportes da zona, passando a haver mais ligações/opções por autocarro que antes, facto ainda reforçado com a inauguração da primeira linha de metro construída de raíz depois da inauguração deste meio de transporte.
Depois desta introdução histórico-urbanística lanço uma questão: tendo a Câmara Municipal de Lisboa gasto milhões em abrir acessibilidades em Chelas para acabar com o gueto (era a palavra que se usava oficiosamente na altura), por que motivo gasta actualmente tantos milhões em obras para fazer exactamente o contrário na zona histórica da cidade?

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Cheira mal, cheira a Lisboa

É impressão minha ou Lisboa deixou de ser limpa?
Para além do muito lixo a voar por todas as ruas da cidade, são muitos os pontos onde se sente sempre um forte cheiro a podre!
Algo vai muito mal na gestão da minha terra!

terça-feira, 26 de junho de 2012

Terreiro do Paço - Le grand final?

Acabaram (esperemos) as obras da Praça do Comércio!
Passei por lá num destes dias para ver o resultado (e esquecendo-me de ir, propositadamente, à zona da Rua da Alfândega, ao Sul e Sueste e à Ribeira das Naus).
Não consigo chegar a uma conclusão sobre o que sinto. Deixo as imagens e alguns comentários "explicativos".
Antes de mais, fico satisfeito por não terem posto árvores a rodear a praça e que ainda tenham tido o cuidado de terem colocado as placas das paragens de autocarro e eléctrico em autocolantes colocados nos vidros dos abrigos.
Só assim se consegue uma vista desafogada para as arcadas, sem empecilhos visuais a tapar o extraordinário conjunto arquitectónico, facto, aliás, comprovado pelas imagens seguintes.

Falando em conjunto, fiquei bastante agradado com a ideia de harmonizar as cores dos equipamentos. Temos então candeeiros modernistas cinzentos, lado a lado com postes da Carris igualmente cinzentos...
... fazendo um conjunto coeso com o piso escolhido.
E falando em piso, também os adeptos das actividades mais radicais foram contemplados com uma profusão de surpresas espalhadas um pouco aleatoriamente e por toda a praça.

Voltando ao tema da ideia de conjunto, para nossa felicidade visual, a CMLisboa acabou com aquele eléctrico vermelho que durante anos fazia de bilheteira para os eléctricos do turismo, tendo o mesmo sido substituído por um quiosque igualmente cinzento. Assim não destoa. E ainda tem a particularidade de permitir uma vista desafogada para as arcadas do lado poente.

E como tudo está bem enquadrado nesta obra, termino com mais três belos exemplos do mesmo: enquadramento!
O primeiro exemplo é na Rua do Arsenal...
... seguindo-se os dois últimos no troço final da Rua do Ouro, onde o passeio merece um pouco de cimento para indicar aos peões que estão a entrar numa zona cinzenta e onde toda a rua faz uma estranha cova, descendo no final da Rua do Ouro para depois subir para a brilhante obra que aqui apresentei.


sexta-feira, 25 de maio de 2012

Cenas do quotidiano lisboeta

Era uma carreira expresso.
Mas apesar disso, o condutor daquele autocarro insistia em circular atrás de outro que fazia uma carreira que servia todas as paragens do percurso.
O burburinho entre os passageiros ia aumentando de paragem para paragem, até que um dos passageiros não se conteve mais e gritou:
- Isto é um expresso, isto é o 82, não é o 28! Anda lá com esta merda que isto só pára na próxima.
O motorista defendeu-se com um:
- Eu nunca fiz esta carreira! Só sei o trajecto, não sei quais são as paragens onde ele pára!

Por explicar ficou aquele sorriso que eu via passar na cara do motorista sempre que o burburinho do pessoal aumentava de tom nas muitas paragens extra que aquele expresso pouco expedito fez! 

terça-feira, 15 de maio de 2012

Praça das Flores

Um grupo de cidadãos resolveu ocupar um espaço na Praça das Flores como forma de protesto contra a intenção da CMLisboa transformar aquele espaço em mais um lugar de estacionamento.
E que espaço era aquele que tanta contestação está a gerar? Pois, pelo que li no Público, e de acordo com a CMLisboa, aquele espaço era um antigo ecoponto.
E de facto, indo ao Google Earth o que se vê é de facto um ecoponto...
A questão que fica no meio desta história toda é: mas afinal o que é que os peões vão perder, numa praça que até tem bastante espaço pedonal?

sábado, 31 de março de 2012

Resumo da semana

Não foi grande coisa esta semana, mas apanhei duas coisas interessantes.
A primeira é a campanha do Canal História e dos cartazes que a acompanham. Gosto do desenho (pena ter ficado com tanto reflexo, mas com um telemóvel não há muito a fazer).
A segunda é o fim anunciado dos antigos candeeiros da Praça do Comércio, ou melhor, dos que restam na Praça do Comércio para serem substituídos por outros modernistas. Isto, na mesma altura em que o Vereador Fernandes propõe (ou impõe) regras para as esplanadas da Baixa e do Chiado, nomeadamente para o seu mobiliário.

segunda-feira, 12 de março de 2012

De regresso às caminhadas

Durante 4 anos e meio usei a caminhada como parte integrante do meu percurso casa-trabalho-casa. Depois, por motivos que não interessam para este post, deixei-me disso.
Hoje voltei à carga e tenciono passar a fazer o trajecto Rossio-Santa Apolónia a pé.
Só peço é uma coisa à Câmara Municipal de Lisboa: por favor, arranjem o chão desta cidade! E não me refiro às habituais "peladas" na calçada: falo das verdadeiras crateras que aparecem por todo o lado, algumas delas a conseguirem abarcar o passeio e a faixa de rodagem!
Andará alguém a roubar o sub-solo  desta cidade?

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Hospital de Camisas

Ao Poço do Borratém.

A quem pertence?

Rua Vítor Cordon
À falta de melhor entendimento do caso, divida-se ao meio!

sábado, 14 de janeiro de 2012

domingo, 27 de novembro de 2011

Chiado (e Baixa) aos Domingos de manhã - II

Mais algumas fotos de estabelecimentos comerciais, desta vez também da Baixa, para além do Chiado, todas tiradas num Domingo de manhã, a melhor altura da semana para se fazerem coisas destas.

Rossio (caso não tenham dado por isso)

Rua da Betesga

Praça da Figueira

De volta ao Rossio, a caminho do Chiado

Rua Garrett
Se conseguirem abstrair-se daqueles horríveis cartazes e dos gatafunhos que algum anormal resolveu ali fazer, verão como é engraçada esta frontaria

Rua Garrett
Mais uma foto a exigir um esforço de abstracção, desta vez em relação aos automóveis e àquelas "mijadelas de cão" a que se dá o nome de "arte urbana"

Rua Garrett
A varando por cima da florista parece uma extensão da mesma

Rua Garrett

Rua Garrett

(De volta à Baixa) Rua do Ouro

Rua do Ouro

Rua do Ouro