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sábado, 28 de setembro de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Desacordo
Ouvi hoje na rádio que o acordo ortográfico (AO daqui para a frente) não está a trazer às editoras qualquer aumento de proveitos, tendo, ao contrário do esperado (por quem?), obrigado a um acréscimo de custos.
E a seguir surgiu um senhor responsável de uma editora portuguesa (que eu não digo qual é apenas porque me esqueci) a explicar as razões disso acontecer:
- As vendas para o Brasil não aumentaram (que espanto, acrescento eu);
- Os livros feitos para os mercados angolano e moçambicano ainda têm que seguir a ortografia que eu também uso;
- Os livros feitos para Portugal têm que seguir o AO, excepto se os autores referirem expressamente que pretendem continuar a seguir a ortografia que eu também uso.
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terça-feira, 16 de outubro de 2012
Adriano Correia de Oliveira
Adriano Correia de Oliveira (Avintes1, 9 de Abril de 1942 - Avintes, 16 de Outubro de 1982)
Faz hoje 30 anos que desapareceu...
Faz hoje 30 anos que desapareceu...
1 Encontrei também uma referência ao Porto como local de nascimento, mas optei por usar Avintes por ser a referência que mais vezes encontrei (o que não significa que seja essa a naturalidade correcta).
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domingo, 7 de outubro de 2012
Canal Desperdício
Nas minhas deambulações pelo Facebook descobri a página do Canal de História (versão portuguesa, porque também existe a versão espanhola).
Pelo que li nos comentários dos utilizadores que "gostam" da página (e do canal), vejo que não sou o único a pensar que aquele canal por cabo já conheceu melhores dias. E, ainda mais, os programas mais criticados são precisamente aqueles que eu crítico e considero que nada têm a ver com o espírito (pelo menos inicial) do canal.
Alguém do canal defende-se que aquilo representa o pluralismo... Só é pena é que muitos dos programas nada tenham a ver com História, como o nome do Canal de História assim parece indicar.
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segunda-feira, 1 de outubro de 2012
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Lucretia Divina
Para mim um dos mais interessantes projectos dos inícios dos 1990... Pena terem durado tão pouco tempo (em 1994 acabaram), tal como muitos outros...
Maria...
Maria...
sábado, 21 de julho de 2012
Todos diferentes e realmente todos iguais
Com o recente falecimento de José Hermano Saraiva, assisti, através da internet, a um fenómeno que já antes havia visto quando do falecimento desse outro grande vulto da cultura nacional, de seu nome José Saramago: uma chuva de mensagens que minimizam ou desprezam por completo o trabalho intelectual e cultural da pessoa em causa devido às suas posições políticas.
Não concordo, nem concordei ou concordarei com as posições políticas de José Hermano Saraiva (ainda ontem na RTP 1 foi emitida uma entrevista dele onde dizia que "Salazar era um santo"!), da mesma forma que não concordo, concordei ou concordarei com posições tomadas por José Saramago, nomeadamente no que dizia respeito a Cuba. Mas não querer conhecer ou querer esconder a importância dos seus trabalhos "não-políticos" é revelador de uma pobreza de espírito atroz e de uma enorme falta de tolerância.
Perante isto, apenas posso concluir que o autor (ou autores) do famoso slogan contra o racismo e a discriminação racial estavam mais que certos: toda a gente se arma em diferente e melhor que o adversário, mas logo no topo - sem precisarmos de ir ao fundo - somos mesmo todos muito iguais.
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sexta-feira, 11 de maio de 2012
Bernardo Sassetti
Num dia bem triste para a música...
Post editado a 11 de Junho de 2013 - substituído o vídeo inicialmente escolhido, por o mesmo já não existir no Youtube. Manteve-se a canção Em dias consecutivos.
terça-feira, 1 de maio de 2012
Chegámos a Maio...
Maio Maduro Maio, Cantigas do Maio, Zeca Afonso, 1971
Músicos que participaram na feitura deste albúm (tal como aparecem na ficha técnica):
Carlos Correia - guitarra, coros e passos
Michel Delaporte - darbuka, bongo berbere, tumbas, tamborim brasileiro e adufe
Christian Padovan - guitarra baixo (eléctrica)
Tony Branis - trompete
Jacques Granier - flauta
Francisco Fanhais - coros, passos, apitos de fole e guimbarda (tipo berimbau)
José Mário Branco - coros, passos, acordeão, orgão Hammond e piano Fender
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segunda-feira, 30 de abril de 2012
30 de Abril de 2012 - 1º Dia Internacional do Jazz
No 1º Dia Internacional do Jazz, aqui fica Miles Davis, com Tempus Fugit, gravação de 20 de Abril de 1953.
Miles Davis - trompete
J. J. Johnson - trombone
Gil Coggins - piano
Jimmy Heath - sax tenor
Percy Heath - contrabaixo
Art Blakey (genial, como sempre) - bateria
Lou Donaldson - sax alto
Blue Mitchell - trompete
Horace Parlan - piano
Laymon Jackson - contrabaixo
Dave Bailey - bateria
Ray Barretto - conga
Fonte consultada para as fichas técnicas: Volumes 7 (Trompete) e 10 (Sax alto) da colecção Let's Jazz em Público, Edição do Público, projecto de José Duarte com o Centro de Estudos de Jazz da Universidade de Aveiro, 2005.
Miles Davis - trompete
J. J. Johnson - trombone
Gil Coggins - piano
Jimmy Heath - sax tenor
Percy Heath - contrabaixo
Art Blakey (genial, como sempre) - bateria
E para terminar, aquela que para muitos é sinónimo de jazz na rádio portuguesa, Lou's Blues de Lou Donaldson, gravação de 1959.
Lou Donaldson - sax alto
Blue Mitchell - trompete
Horace Parlan - piano
Laymon Jackson - contrabaixo
Dave Bailey - bateria
Ray Barretto - conga
Fonte consultada para as fichas técnicas: Volumes 7 (Trompete) e 10 (Sax alto) da colecção Let's Jazz em Público, Edição do Público, projecto de José Duarte com o Centro de Estudos de Jazz da Universidade de Aveiro, 2005.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
25 de Abril de 2012
A festa foi de facto bonita...
... agora é tempo de reavivá-la!
... agora é tempo de reavivá-la!
Chico Buarque, Tanto Mar, 2ª. versão desta canção fantástica, (re)feita já depois da festa.
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sábado, 31 de março de 2012
Resumo da semana
Não foi grande coisa esta semana, mas apanhei duas coisas interessantes.
A primeira é a campanha do Canal História e dos cartazes que a acompanham. Gosto do desenho (pena ter ficado com tanto reflexo, mas com um telemóvel não há muito a fazer).
A segunda é o fim anunciado dos antigos candeeiros da Praça do Comércio, ou melhor, dos que restam na Praça do Comércio para serem substituídos por outros modernistas. Isto, na mesma altura em que o Vereador Fernandes propõe (ou impõe) regras para as esplanadas da Baixa e do Chiado, nomeadamente para o seu mobiliário.
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
José Afonso
José Afonso (Aveiro, 2 de Agosto de 1929 - Setúbal, 23 de Fevereiro de 1987).
E já passaram 25 anos!
E já passaram 25 anos!
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segunda-feira, 9 de maio de 2011
Estado de espírito?
Já fui à edição deste ano da Feira do Livro de Lisboa. Duas vezes.
Das duas passei pelos pavilhões a olhar para os preços e das duas nunca consegui parar muito tempo em nenhum deles.
E dessas duas vezes apenas fiz uma compra, que nem sequer era para mim, mas para outra pessoa que me pediu para comprar um livro que custou, a preços de feira, €19,60 (cerca 3.930$00).
Será isto um preço de Feira do Livro?
E será isso que me tem deixado com tão pouca vontade de comprar livros na feira deste ano?
Ou será tudo isto apenas resultado do meu estado de espírito?
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segunda-feira, 4 de abril de 2011
Fever
Peggy Lee na voz e nos estalos de dedos, Max Bennett no baixo e Jack Sperling na bateria tocada com as mãos nas peles, ou como bastam três instrumentos para fazer um grande clássico.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Ainda a Máquina de Joseph Walser
Consegui, finalmente, ver outro exemplar daquilo. Folheei-o para tirar as dúvidas com que tinha ficado:
- A tal medição dos 9 centímetros e 26 milímetros, mais pequena que 10 centímetros, não foi gralha ou erro tipográfico, foi mesmo uma figura de estilo ou uma liberdade artística do autor (às vezes consigo ser simpático)!
- Fiquei sem saber qual é o verdadeiro (ou o original) final do livro! É que o que eu li acabava mo capítulo XXVII, de uma maneira completamente diferente daquele que eu consultei hoje, o qual terminava no capítulo XXVI (e de uma maneira ainda mais seca que o da versão "aumentada")!
- Com tanto prémio ganho pelo autor e sua obra, o problema só pode residir em mim!
Felizmente que há mais livros e autores, por isso este vício que eu tenho, de ler avidamente, não morrerá.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Já posso dizer que já li
Refiro-me a Gonçalo M. Tavares.
Aquilo a que eu, no post anterior, me referi como "história interessante" passou a ser uma coisa que nem atava nem desatava e que, subitamente, acabou. Enfim, "acabou" é uma força de expressão, porque na realidade o que acabou foram as palavras. A história, para mim, ficou sem fim, um bocado como todos os filmes de David Lynch (ou quase, exceptua-se o Homem Elefante).
Fiquei com três dúvidas:- A tal medição de 9 centímetros e 26 milímetros, que são "menos" que 10 centímetros, resulta de um erro tipográfico ou foi mesmo o autor que escreveu aquilo?
- O livro acaba mesmo como acaba ou o encadernador esqueceu-se de algum ou mesmo vários cadernos?
- Tendo o autor ganho tantos prémios, nacionais e internacionais, residirá o problema em quem o leu?
Relativamente às duas primeiras questões, a solução passa por ir a uma livraria e folhear outro exemplar, de preferência de outra edição (a que li era do Círculo de Leitores).
Já para a última limito-me a encolher os ombros e a pensar que é mais um caso como o que experimentei (agora diz-se vivenciei, não é?) com Mia Couto: (quase) todos me dizem que é espectacular, mas eu achei que o que li foi uma perda de tempo e de dinheiro (sim, porque nesse caso fui eu o comprador).
sábado, 29 de janeiro de 2011
Homens de letras num mundo de números
Comecei a ler na passada quarta-feira um livro que me ofereceram pelo Natal, "A Máquina de Joseph Walser" de Gonçalo M. Tavares. A história é interessante, de um homem, Joseph Walser, que trabalha numa fábrica, onde acaba por perder um dos dedos num acidente, e que tem por hobby fazer uma colecção de peças metálicas. Na página 88 do livro surge o seguinte:
Com os três dedos da mão direita apoiados pelo polegar, Walser aproximou a régua da peça e mediu o seu comprimento: 9 centímetros e 26 milímetros. Mais uma vez havia acertado. Era uma peça que podia pertencer à sua colecção: a maior das dimensões tinha menos de dez centímetros.
Fiquei sem saber se esta história dos 9 centímentros e 26 milímetros ser menor que 10 centímetros se deve a uma liberdade artística do autor ou se apenas ao velho problema que o pessoal de letras tem para lidar com números.
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